Cristã que recusou usar o véu muçulmano é morta na Somália


NAIROBI, Quênia, 27 de outubro de 2009 (CDN) – três membros de um grupo militante muçulmano na Somália assassinaram uma cristã somaliana que se recusava a utilizar o véu, conforme estabelecido pelos costumes da Sharia islâmica. Os membros do grupo islâmico “moderado” Suna Waljameca mataram a sra. Amina Muse Ali, 45 anos, no dia 19 de outubro de 2009 às 9:30 da manhã na sua cãs em Galakyo, disse a fonte.

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A Sra. Amina Muse Ali tinha informado aos líderes cristãos que havia recebido várias ameaças dos membros desse grupo islâmico por não usar o véu, que é um símbolo de obediência ao Islã. Ela disse que os membros do grupo estavam monitorando seus movimentos por que suspeitavam que ela era cristã.

A fonte informou que a Sra. Ali telefonou no dia 4 de outubro de 2009, dizendo: “Minha vida está em perigo. Eu fui ameaçada se continuar a viver sem utilizar o véu”. Falando diretamente da Somália por telefone, a fonte informou à CDN: “Eu fiquei chocada e sem palavras quando recebi a notícia de que ela tinha sido morta. E deveria ter chamado ela para ficar comigo. Nós perdemos um cristã que serviu a Cristo por 12 anos.”

Em 1997 a Sra. Amina Muse Ali, órfã e solteira, converteu-se ao cristianismo e juntou-se à Organização dos Irmãos Cristãos da Somália. Ela tornou-se um membro ativo da igreja clandestina na região de Lower Juba. Os extremistas muçulmanos vêm perseguindo a Organização dos Irmãos Cristãos e matando alguns de seus líderes, depois que os encontraram de posse de Bíblias. A organização foi fundada em 1996 pelo bispo Abdi Gure Hayo.

O grupo muçulmano Suna Waljameca, autor do assassinato, é considerado “moderado” em comparação com outro grupo chamado “al Shabaab”, sendo que este último tem ligações com a al Qaeda. Todos os grupos muçulmanos na Somália estão impondo a lei islâmica Sharia na Somália. Não se sabe quantos cristãos existem na Somália, fontes da CDN indicam que não existem mais de 75 cristãos enquanto que a revista inglesa The Economist estima em não mais que 1.000. Embora o presidente da Somália, Cheque Sharif Sheikh Ahmed se proclame um “moderado” ele também apoia a implantação da lei Sharia, que determina a pena de morte para aqueles que deixaram de ser muçulmanos.

Oremos para que a Sra. Amina Muse Ali tenha as bênçãos do Senhor.

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Uma resposta

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