Reflexão para Líderes Cristãos: Os Jarros de Barro – Parte 1


"Temos, porém, este tesouro em vasos de barro..." 2 Cor. 4:7

"Temos, porém, este tesouro em vasos de barro..." 2 Cor. 4:7

Nós provamos a força de Cristo ao superar dificuldades. O apóstolo Paulo escreveu em Coríntios, capítulo 4 que depois de sofrer vários desastres em sua vida e durante seu ministério, que ele estava pressionado mas não esmagado, perseguido mas não esquecido, jogado ao chão mas não destruído. É uma das cartas menos conhecidas de Paulo, mas ela fala das duras realidades da vida e sobre a fé indestrutível que nos apoia através de tempos perigosos e difíceis. Nós não sabemos os detalhes, mas no capítulo 12, Paulo lista algumas das dificuldades que encontrou durante seu ministério. Ele havia sido:

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  • Preso
  • Açoitado
  • Apedrejado
  • Náufrago
  • Roubado

Também havia passado fome e sido abandonado. Isso nos ensina que Paulo é uma pessoa que tem autoridade para falar sobre dificuldades na vida. E como se tudo o que Paulo passou na vida não fosse suficiente, havia em Corinto alguns críticos que diziam que Paulo não tinha as qualificações necessárias para ser um apóstolo e que as coisas ruins que tinha sofrido eram uma confirmação do julgamento de Deus sobre Paulo. Deus considerava que Paulo não merecia proteção e por isso impôs esses sofrimentos, diziam em Corinto.

Em resposta, Paulo escreveu essa carta para confirmar sua credibilidade como apóstolo e para ensinar aos coríntios qual era a verdadeira perspectiva da dificuldade e sofrimento, uma visão que nós precisamos muito ter hoje. Em 2 Coríntios 4:7-12, Paulo escreve que nós não somos nada mais do que vasos de barro. Ele começa o versículo 7 ao dizer: “Nós temos este tesouro dentro de vasos de barro”. Nesse texto, o “nós” inclui não apenas Paulo e seus associados mas também todos que escutam em nome de Cristo.

O tesouro do qual Paulo fala é a Palavra de Deus. Não apenas a mensagem da vida, morte e ressurreição de Jesus mas também a força atrás dessa mensagem – a própria vida em Deus disponível através da fé em Cristo. Dependendo da versão da Bíblia, pode ser que mencione “jarros”, “potes”  em vez de “vasos”, isso não importa. Vasos de barro eram muito comuns na época de Paulo, usados para assados, bacias para água de lavagem e beber. Vasos de barro deixavam os líquidos frescos. Barro era muito fácil de se obter e moldar em vasos. Se um vaso ou pote se quebrasse, era fácil comprar ou fazer outro. Era um produto barato.

Algumas vezes, as pessoas armazenavam seus objetos pessoais preciosos dentro de vasos ou potes de barro, esperando que ninguém pensaria em olhar dentro de algo tão comum, ordinário, para encontrar qualquer coisa de valor dentro dele. Mas por que nós cristãos somos como vasos de barro?

Primeiro, os vasos de barro eram coisa de gente simples. Eles estavam em todos os lugares, especialmente nas casas dos camponeses e pessoas do povo. Pessoas ricas não usavam barro, em vez disso tinham outros materiais caríssimos na época, como o marfim, mármore, vidro ou madeiras raras. Mas o povo, esse usava o barro mesmo.

Segundo, os vasos de barro eram frágeis. Comparados ao mármore, marfim ou madeira, o barro não durava muito. E como era tão barato, ninguém esperava mesmo que durasse muito. As pessoas usavam o vaso ou pote por algum tempo e quando ficava rachado ou quebrado, eles simplesmente trocavam por outro.

Paulo cria essa grande e profunda frase: Deus pegou seu maior tesouro, a vida de Cristo, e o colocou dentro de pessoas como  eu e você, que somos comuns e frágeis como vasos de barro.

Isso não é estranho? Porque Deus guardaria algo assim tão valioso num recipiente tão comum? De acordo com Paulo, haviam duas razões.

Reflexão para Pastores : Os Jarros de Barro – Parte 1

Reflexão para Pastores: Os Jarros de Barro – parte 2

Reflexão para Pastores: Os Jarros de Barro – última parte

Fonte: Pastor Brian Powell

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  1. […] Leia também: Reflexões para Pastores: Os Jarros de Barro – parte 1 […]

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