Como vai indo, Noviana Malewa?


Noviana Malewia

Noviana Malewa

POSO, Indonésia, 11 de novembro de 2009 (Indonesia Matters) – A menina cristã indonésia Noviana Malewa passou por tratamento médico de 3 anos depois de uma tentativa de decapitação por muçulmanos, na região de Sulawesi em 2005. Noviana Malewa, que tinha 15 anos na época, e três de suas amigas Theresia Morangke, 15 anos, Alfita Poliwo, 17 anos e Yami Sambue, 15 anos, estavam indo por uma estrada no dia 29 de outubro de 2005 a caminho da escola particular cristã na cidade de Poso, quando foram atacadas por uma gangue de muçulmanos com facões.

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As três amigas de Noviana foram decapitadas enquanto que Noviana sofreu um grave corte que foi de seu nariz até o pescoço. Recentemente, Novi – como é chamada carinhosamente por seus amigos no mundo todo – passou por mais um tratamento que foi pago peal Voice of the Martyrs (Voz dos Mártires) dos EUA. Ela mora em local não identificado para que não seja novamente atacada, na região de Sulawesi e passou por uma cirurgia para diminuir a dor que ainda sente depois de 5 anos e ajudar a diminuir a cicatriz.

Por causa do ataque, Novi sofreu danos nos nervos e seu queixo foi deslocado. Seu olho direito não para de piscar bem como existe uma retração involuntária no canto direito de sua boca. Ele também está sendo tratada contra as fortes dores de cabeça que às vezes sente. O cirurgião plástico conseguiu reduzir muito a cicatriz, ajudando assim a melhorar o estado psicológico de Novi.

Como tudo aconteceu, segundo o procurador de justiça que investigou o caso

O crime contra as quatro meninas cristãs foi cometido sob a liderança de Hasanuddin, também chamado de Hasan ou Slamet Raharjo. O padrinho de Hasanuddin é o líder extremista muçulmano Adnan Arsal. Hasanuddin planejou os ataques junto com o clérigo muçulmano Ustadz Sanusi, durante uma reunião na biblioteca municipal do bairro de Gebang Rejo, em Poso, na ilha de Java – Indonésia. Nessa reunião, Hasanuddin contou ao clérigo Ustadz Sanusi que quando ele estava treinando junto com os guerrilheiros da Frente de Libertação Moro (MILF) nas Filipinas, ele escutou as estórias de que era costume que esses muçulmanos atacassem os postos de segurança e matassem os soldados como uma forma de demonstrar a caridade muçulmana no final do mês sagrado do Ramadan.

Hasanuddin: "Achem alguns cristãos por aí"

Hasanuddin: "Achem alguns cristãos por aí"

O clérigo muçulmano Ustadz Sanusi então perguntou se essa comemoração poderia ser feita na cidade de Poso. Hasanuddin pensou um pouco a respeito e mais tarde enquanto lia um livro, disse que teve a ideia de cortar as cabeças de alguns cristãos. Então mandou dois de seus colegas muçulmanos, Purnomo e Irwanto Irano, encontrar alguns alvos. “É melhor encontrar alguns cristãos para servirem de comemoração ao Idul Fitri, procurem por aí” . O Idul Fitri é a festa muçulmana que comemora o final do jejum do Ramadan.
Depois de poucos dias, Purnomo e Irwanto Irano notaram que seis escolares cristãs faziam sempre o mesmo caminho ao longo de uma estrada deserta, a caminho da escola. As crianças foram observadas quatro vezes antes do dia do ataque, 29 de outubro de 2005.

Seis facões e dois sacos plásticos pretos foram comprados no mercado da cidade de Poso com dinheiro fornecido por Hasanuddin. Então o clérigo muçulmano Ustadz Sanusi disse a Hasanuddin para escrever uma nota, que seria colocada próxima às cabeças das crianças. Hasanuddin respondeu: “nós ainda precisamos mais 100 cabeças (de cristãos), sangue por sangue, vida por vida e cabeça por cabeça”.

Depois de observar a cena do ataque, Irwanto e um amigo chamado Lilik recrutaram cinco colegas de sua madrasa (escola muçulmana onde se aprende o Alcorão) para tomar parte no ataque: Papa Yusron (apelidado Isran), Nanto (apelidado Bojel), Agus Jenggot, Basri e Wiwin Kalahe (apelidade Rorno). No dia do ataque, por volta das 6:45 da manhã o grupo observou as quatro meninas nos seus uniformes escolares andando pela estrada. Lilik deu um sinal e o ataque começou. Papa Yusran cortou a cabeça de Alfita Polino, Agus Jenggot fez o mesmo com Theresia Morangki, Basri tentou cortar a cabeça de Noviana Malewa mas ela conseguiu escapar. Depois disso, Basri conseguiu pegar a quarta menina, Yarni Sambua, e a decapitou.

As cabeças das meninas foram colocadas nos sacos plásticos e depois levadas por Torno (apelidado Wiwin Kalahe) para uma casa no bairro de Tanah Runtuh, em Poso. Os facões foram dados ao religioso muçulmano Ustad Sanusi, que os levou para sua casa como lembrança da “jihad”.

Pouco depois do ataque, duas das cabeças foram descobertas numa encruzilhada no bairro de Lage, perto de uma delegacia de polícia e uma das cabeças foi jogada na porta de uma igreja no bairro de Kasinguncu.

Lilik e Purwanto foram capturados. Os outros seis muçulmanos inclusive o “religioso” muçulmano Ustadz Sanusi estão à solta até hoje, e não teriam conseguido ficar à solta por tanto tempo em a cumplicidade e o acobertamento da comunidade muçulmana local. A polícia encontrou grandes dificuldades para interrogar as testemunhas, pois todas foram intimidadas por muçulmanos para que se calassem.

Durante o julgamento, Hasanuddin disse que a ideia de cortar as cabeças partiu do religioso muçulmano Ustadz Sanusi. O mesmo Ustadz Sanusi teria sugerido os homicídios como comemoração do fim do mês de jejum do Ramadan muçulmano. No entanto, Hasanuddin admitiu:

“Eu disse que estava certo matar, mas de um modo proporcional. Tratava-se de guerra (contra os cristãos) e a guerra não foi causada por vingança, mas por causa de Alá (Alá mandou matar), não podemos brincar com isso”, disse Hasanuddin. No final do julgamento, Hasanuddin admitiu que o que fez foi errado.

Durante o julgamento dos extremistas muçulmanos, Noviana Malewa e os pais das outras meninas assassinadas, apertaram as mãos dos assassinos. Foi um ato de fé cristã, segundo Noviana Malewa, obedecendo à palavra de Cristo. Vejam uma entrevista com Noviana Malewa.

Novi continua forte na fé em Cristo! Que Deus a abençoe e façamos nossas orações para sua plena recuperação.

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