Cristão Acusado de Tentar Converter Adolescente Muçulmano é Assassinado


extremistas muçulmanos da Al Shabaab

extremistas muçulmanos da Al Shabaab

MOGADÍSCIO, Somália, 23 de novembro de 2009 (CDN) – Extremistas muçulmanos que controlam parte da capital da Somália, Mogadíscio, assassinaram um jovem cristão por acusação de tentar a conversão para o cristianismo de um jovem muçulmano de 15 anos de idade. Membros da ganque islâmica al Shabaab sequestraram o cristão Mumin Abdikarim Yusuf, 23 anos, no dia 28 de outubro de 2009 depois que o garoto muçulmano de 15 anos o delatou, disse uma fonte. O corpo de Yusuf foi encontrado no dia 14 de novembro de 2009 numa rua residencial de Mogadíscio.

“Nosso irmão Yusuf foi assassinado”, disse a fonte. “Seu corpo foi jogado no distrito de Yaqshid e seu corpo estava numa rua residencial deserta”.

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Os extremistas muçulmanos da Al Shabaab dizem ter ligações com os terroristas da Al Qaeda e controlam parte da capital Mogadíscio e a maior parte do sul da Somália, bem como outras áreas daquele país. As acusações do jovem muçulmano de 15 anos levaram os extremistas a invadirem a casa de Yusuf no bairro de Holwadag em Mogadíscio.

Depois de buscarem em sua casa, os extremistas muçulmanos não encontrarm nada relacionado ao cristianismo, mas assim mesmo o prenderam.

Relatos de fontes informam que antes que Yusuf fosse assassinado com dois tiros na cabeça, ele foi fortemente surrado e seus dedos foram quebrados enquanto os muçulmanos tentavam extrair evidências incriminadoras contra ele e informações sobre outros cristãos. A fonte informou mais tarde que o corpo de Yusuf apresentava sinais de tortura; todos seus dentes da frente estasvam arrancados, disse a fonte.

“Nós não sabemos a que hora ele foi assassinado, mas seu corpo recém-morto foi jogado no bairro de Yaqshid cerca de 4:30 da manhã do dia 14 de novembro de 2009 e seguindo o desejo da família, nós enterramos o corpo por volta das 15:00 do mesmo dia” disse a fonte.

Os cristãos da área não podem se identificar para a família muçulmana de Yusuf, mas puderam ajudar indiretamente os parentes dele a enterrá-lo com dignidade, disse a fonte. Não se sabe se Yusuf revelou informações sobre outros cristãos, durante sua tortura. Os líderes da igreja estão mudando os cristãos que conheciam Yusuf por medida de segurança, disse a fonte.

“Nós ainda não sabemos se os extremistas muçulmanos da Al Shabab obtiveram alguma informação de Yusuf”, disse a fonte. Os parentes de Yusuf não sabiam que seu filho era cristão e eles insistiram com os militantes da Al Shabaab que Yusuf ainda era muçulmano, disse a fonte. Os extremistas acusaram a família por não haver denunciado que seu filho se havia convertido ao cristianismo e ordenaram que sua mãe e seu pai comparecessem perante uma corte muçulmana da Al Shabaab. Embora a fonte não tenha a confirmação se os pais obedeceram à ordem, ela disse que eles devem ter feito isso, por que os militantes muçulmanos decapitam quem desobedece suas ordens.

“Eu não posso confirmar que eles compareceram perante a corte muçulmana, mas isso é muito provável”, disse ele. “Quem ousa desafiar a eles?” Os extremistas demonstraram que não relutam em matar aqueles que notam que são simpáticos a qualquer religião “estrangeira”. Ele adicionou que os extremistas muçulmanos não assassinaram Yusuf rapidamente por que não tinham evidência contra ele, exceto o testemunho do garoto adolescente.

“Pela religião muçulmana, para executar alguém você precisa do depoimento de três testemunhas, e eles não as tinham” disse a fonte. “A Al Shabaab é conhecida por fazer o que lhes dá na cabeça, e eles nem mesmo seguem as regras de sua própria religião que dizem seguir à risca”.

A descoberta do corpo de Yusuf trouxe um fim à tentativa de sua família para libertar o jovem de 23 anos, mas agora eles estão vivendo aterrorizados, pois a Al Shabab os acusou de ocultarem a fé cristã de seu filho. A fonte disse que a morte de Yusuf é típica de grupos extremistas muçulmanos, que frequentemente enchem o corpo de suas vítimas de balas antes de jogá-los em lugares públicos para servir como advertência para aqueles que ousam resistir às suas ordens.

Desde a queda do regime do ditador Siad Barre em 1991, a Somália não tem um governo central e o país está nas mãos de gangues de militantes muçulmanos. Algumas, como a Al Shabaab, estão buscando estabelecer a aplicação estrita da lei muçulmana Sharia enquanto lutam contra o governo do Presidente Sheikh Sharif Sheikh Ahmed que é apoiado pela União Africana e países ocidentais.

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