Refugiado Cristão atacado por Muçulmanos


NAIROBI, Quênia, 9 de dezembro de 2009 (CDN) – o cristão somali Mohamud Muridi Saidi fugiu no mês passado de um campo de refugiados somalis no Quênia, depois que muçulmanos ameaçaram matá-lo.

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Para o sr. Saidi, pai de quatro crianças, a realocação de 13.000 refugiados do campo de Dadaab na fronteira com a Somália para o campo na cidade de Kakuma, fronteira com o Sudão, trouxe um pesadelo: a chegada de muçulmanos da Somália que conheciam as atividades de evangelização cristã promovidas pelo seu pai na sua cidade natal. O cristão Saidi vivia no campo de refugiados de Kakuma desde 2002 sem nenhum problema até a chegada dos muçulmanos em agosto de 2009.

Depois que os muçulmanos apedrejaram quatro vezes seu barraco de chapas de metal no campo de refugiados de Kakuma, em meados de outubro e novamente nos dias 17 e 21 e 22 de novembro, espalharam-se rumores de que os muçulmanos tentariam matar o cristão Saidi. Os voluntários da Lutheran World Federation (Federação Mundial Luterana – LWF) que trabalham no campo de Kakuma confirmaram que Saidi recebeu ameaças de morte.

“Eu conheço os agressores que são os muçulmanos que nos forçaram a fugir da Somália em 2002”, disse o cristão Saidi, dizendo que não pôde trazer sua família com ele quando fugiu do campo de Kakuma no dia 23 de novembro de 2009. “Minha família não está a salvo, preciso de ajuda para retirá-los de Kakuma o mais rápido possível”.

“Saidi passou a correr risco de vida quando chegaram os novos refugiados”, disse uma das fontes da Federação Mundial Luterana, que pediu permanecer anônima por questões de sua própria segurança. “Eu fiz algumas investigações e descobri que a vida de Saídi estava em perigo”.

Saidi teve que fugir de sua cidade natal, Marere, em 2002 depois que muçulmanos tentaram matá-lo quando descobriram que ele e sua família eram cristãos. O falecido pai de Saidi coordenava todas as atividades de uma organização beneficente cristã naquela região da Somália. Desde a morte de seu pai em 2007, Saidi esteve trabalhando como tradutor para uma organização não governamental. Por força de seu trabalho como tradutor, ele ficou conhecido por muitos muçulmanos da região.

Isso acabou colocando sua vida na Somália em risco e ele teve que abandonar seu trabalho por medo de ser descoberto por outros muçulmanos que podiam saber sobre as atividades cristãs de seu pai. Ele é o único provedor de sua família, incluindo sua mãe de 55 anos, esposa e quatro filhos.

“Não é seguro que minha família permaneça no campo de refugiados em Kakuma. Temos que fugir (dos muçulmanos), provavelmente para Nairóbi (capital do Quênia)”, disse Saidi. Ele espera conseguir emprego como tradutor freelance e para isso precisa de um computador, impressora com fotocópia e um aparelho de plastificação de documentos.

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Uma resposta

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