Atualização: Ataque a tiros mata seis cristãos em frente a igreja no Egito


NAG HAMADI, Egito, 7 de janeiro de 2010 (CDN) – Mais detalhes sobre o ataque de muçulmanos que matou hoje seis cristãos na porta da igreja da cidade egípcia de Nag Hamadi, no sul do país a 455km do Cairo.

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Depois de matar aqueles que estavam perto da igreja no ataque de ontem, o bispo cristão Kirollos disse que os pistoleiros continuaram atirando em outros cristãos coptas em outras partes da cidade. Eles também teriam atirado num convento, que também abriga o escritório do bispo e depois deixaram a cidade.

Milhares de cristãos foram às ruas na cidade de Nag Hamadi hoje para protestar contra a falta de proteção contra a violência muçulmana. Cerca de 5.000 cristãos compareceram nos funerais para as seis vítimas.

A agência France Presse (AFP) informou que os cristãos começaram a jogar pedras nos carros durante o funeral e em resposta a polícia atirou gás lacrimogêneo. Os cristãos cantavam “Com nosso espírito e com o nosso sangue, nós nos sacrificaremos por Cristo”.

A violência e intimidação contra os cristãos ocorre há séculos no Egito, que era uma nação cristã antes da conquista muçulmana no ano 700DC. Hoje os cristãos egípcios são considerados de segunda classe. Muitas vezes quando cristãos vão à delegacia denunciar as violências, são eles mesmos presos enquanto que os que os atacaram ficam soltos. Ocorrem também muitos raptos de moças cristãs, que são forçadas a se casarem com muçulmanos e convertidas à força para essa religião. A polícia egípcia muitas vezes não ajuda a família a recuperar a moça sequestrada ou mesmo protege os sequestradores.

Se ao longo dos 14 séculos de dominação muçulmana essa violência acontecia silenciosamente, hoje os meios de comunicação permite que o crime cometido hoje 7 de janeiro de 2009, seja divulgado para todo o mundo no mesmo dia.

Essa falta de respeito das autoridades egípcias pelos cidadãos cristãos de seu país, bem como a impunidade com que os radicais muçulmanos cometem seus crimes, está levando a uma radicaliação da sociedade e as consequências podem ser muito ruins para o país. Afinal existem 8 milhões de cristãos cidadãos do Egito.

O principal suspeito do crime é o muçulmano Mohammed Ahmed Hussein, morador na mesma cidade de Hag Hamadi. Os cristãos locais informam que embora o suspeito já tenha cometido crimes antes, nunca foi preso por que recebe proteção das autoridades que pertencem ao Partido Democrático Nacional que governa o Egito (National Democratic Party).

Oremos para que as autoridades do Egito finalmente façam cumprir a lei, prendendo os criminosos independente de sua religião ou partido político. Todos são iguais perante a Constituição do Egito e portanto que o governo cumpra a lei e prenda esses que mataram inocentes que saiam de um culto a Deus.

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