Declaração sobre a visita da World Evangelical Alliance à China


Emitida pela ChinaAid Association em 18 de dezembro de 2009

“Em resposta às preocupações dos líderes de igrejas domésticas e respeitados cristãos nos países ocidentais com relação à declaração emitida pela World Evangelic Alliance (Aliança Evangélica Mundial – WEA) no dia 24 de novembro de 2009, depois de uma visita oficial à China, a ChinaAid se sente forçada a responder com a seguinte declaração:

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Enquanto nós afirmamos as sinceras intenções da Aliança Mundial Evangélica (WEA) em servir a Igreja na China, a ChinaAid acredita que a declaração pública da Aliança Mundial Evangélica (WEA)sobre sua visita a líderes da igreja oficial e a líderes do governo oficial na China contribuiu para uma avaliação enganosa sobre a real situação da igreja na China.

Em novembro, os líderes da Aliança Mundial Evangélica (WEA)se encontraram com os líderes da igreja oficial (autorizada pelo governo comunista chinês) e outras igrejas regionais em Pequim, Nanjing e outras províncias.

Essas organizações na China compartilharam sua avaliação sobre a “vibração e saúde” do movimento de igrejas comandado pelo governo comunista chinês. Nessa avaliação abertamente positiva, não houve nenhuma menção sobre a existência e atual degradação das condições de mais de 80 (oitenta) milhões de cristãos na China, que escolheram, muitas vezes com consequências perigosas e incertas, louvar a Cristo fora do sistema religioso aprovado pelo governo comunista chinês.

A Aliança Mundial Evangélica (WEA) emitiu uma declaração sobre essa visita à China que leva a comunidade cristã internacional a acreditar que a igreja cristã está viva e bem – livre para culto sob o regime comunista ateu chinês. Isso é uma simplificação de uma situação muito complicada para os cristãos que vivem sob o domínio comunista ateu na China.

Enquanto que é certo que a Aliança Mundial Evangélica (WEA) tem a prerrogativa de apenas se reunir com líderes da igreja aprovada pelo governo comunista ateu chinês, sua falha em não se reunir com líderes da comunidade de mais de 80 milhões de fiéis a Cristo que são claramente a maioria da população cristã chinesa e que se reúnem para louva a Cristo em igrejas domésticas, escritórios alugados, comprometeu a causa da igreja em sofrimento na Chiina. Fiéis de Cristo que estão presos aos milhares são esquecidos pela declaração da Aliança Mundial Evangélica (WEA).

A Aliança Mundial Evangélica (WEA) é certamente livre para optar em trabalhar com o governo chinês e suas igrejas oficiais e com as agências do governo chinês, como quiser. Nós reconhecemos que existem verdadeiros irmãos e irmãs que levam vidas fiéis em Cristo e que participam das igrejas oficiais chinesas. Nós estamos simplesmente questionando o enganoso e desencorajador sinal enviado pela Aliança Mundial Evangélica (WEA) pelas omissões em sua declaração. Os crentes em todo o mundo foram desinformados pela Aliança Mundial Evangélica (WEA) quando ela não mencionou a realidade de perseguição brutal contra os cristãos de igrejas domésticas em toda a China.

A ChinaAid abraça esta missão para expor a verdade onde muitos outros se recusam a trazer à luz do dia a dura realidade. Nós acreditamos que a Aliança Evangélica Mundial (WEA) deva se pronunciar ao mundo sobre os 50.000 membros da igreja evangélica Linfen em Shanxi que foram atacados, com mais de 38 irmãos e irmãs feridos, num ataque organizado e aprovado pelo governo chinês na manhã do dia 13 de setembro de 2009;

• Nós acreditamos que a Aliança Evangélica Mundial (WEA) não deve negligenciar a injustiça quando os dez lideres da Igreja Linfen em Shanxi foram condenados a prisões de longo prazo em campos de trabalho forçado em 25 e 30 de novembro de 2009, por causa de sua fé em Cristo;

• Nós acreditamos que a Aliança Evangélica Mundial (WEA) deva comunicar na sua declaração a proibição da Wanbang Mission Church em Xangai e a posterior prisão ilegal e abuso dos pastores em outubro de 2009, fato que é contra a Constituição da China e também contra as normas internacionais da tolerância religiosa;

• Nós acreditamos que a condenação a 15 anos de prisão baseada em provas falsificadas contra nosso irmão evangélico Alimujiang Yimiti em dezembro de 2009 deve causar um protesto público dos líderes da Aliança Evangélica Mundial (WEA)

• Nós acreditamos que este silencio é lamentável e mesmo injustificável. Nós convocamos nossos irmãos e irmãs evangélicas em todo o mundo a abrirem seus olhos e ver a verdadeira situação da igreja na China – a parte boa e a parte má. Somente assim nós poderemos servir verdadeiramente aos nossos irmãos e irmãs chineses com compaixão e atender ao chamado para encorajar o crescimento da igreja de Cristo.”

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