A polícia do Laos visita cristãos expulsos, e asseguram direitos religiosos


PHNOMPEN, Laos, 19 de março de 2010 (CDN) – Liderados pelo governador da província, os policiais falam sobre a lei que assegura o direto de liberdade religiosa aos cristãos.
De acordo com grupo de direitos humanos Human Rights Watch for Lao Religious Freedom (HRWLRF), policiais da província de Saravan no Laos, visitaram ontem 48 cristãos expulsos do vilarejo de Katin, e os asseguraram de seus direitos legais na escolha de sua fé.

Durante a visita da delegação, com duração de 30 minutos, liderada pelo governador Khamboon Duangpanya, o decreto de junho de 2002 de número 92, que gerencia e protege a atividade religiosa no Laos, foi lido durante a visita, e o grupo foi esclarecido a respeito de sua liberdade de crença no cristianismo, “caso sua fé fosse genuína.”
A HRWLRF reportou que os policiais também disseram que os cristãos tinham o direito de viver onde quisessem, dentro do distrito.

Histórico

Os policias do distrito de Ta-Oyl haviam expulsado os cristãos do vilarejo de Katin sob a mira de armas. Ao perder suas casas e pertences, os cristãos construíram lares temporários nas intermediações da floresta.

O líder do distrito, identificado apenas como Bounma, obrigou a presença de sete dos cristãos em seu escritório, e declarou que ele não toleraria a existência do cristianismo nas áreas sob seu controle. O grupo deveria escolher entre duas opções: abandonar sua fé ou mudar-se para outro local, ele disse.
Essa atitude do líder do distrito, Sr. Bounma, e da polícia local é completamente ilegal e contra a Constituição e e leis do Laos.

Logo após este acontecimento, uma testemunha anônima disse aos cristãos que as autoridades de Katin e do vilarejo vizinho de Ta Loong planejavam incendiar seus abrigos temporários em 48 horas.

Outros três policiais da província também estavam presentes na reunião, e o deputado da província de Ta-Oyla, identificado apenas como Khammun, e o chefe de assuntos religiosos, identificado apenas como Bounthoun.

Durante a rápida reunião, os cristãos perguntaram ao governador Duangpanya se eles tinham o direito de viver em Katin, ou em outros vilarejos do distrito.
Ele respondeu que, como cidadãos do Laos, eles tinham o direito de viver onde escolhessem. No entanto, a respeito de sua atual localização, Khammun disse que eles deveriam “consultar as autoridades apropriadas”, antes de conceder aos cristãos a permissão para que ficassem no território vizinho ao vilarejo de Ta Loong.

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