Não existe amor maior: uma vida dedicada a Cristo


Quando Jesus andou na terra, Ele falou muito sobre o amor; porém, mais importante, Ele definiu o amor. E Ele nos mostrou este amor, quando foi pregado na cruz, morrendo por um mundo perdido e cheio de pecados. Muitos seguiram os passos do auto-sacrifício de Cristo ao longo dos séculos. O termo “mártir,” do grego “testemunha,” foi primeiramente usado como referência aos apóstolos. Porém, quando a perseguição ao cristianismo cresceu, o termo foi utilizado para todos os cristãos que não abandonavam sua fé e se recusavam a negar a Cristo.

Muitos ouviram as valentes histórias destes mártires da então recém-criada igreja dos primeiros séculos após a morte de Cristo, porém a verdade é que mais cristãos morreram por sua fé desde 1900 do que em todos os séculos anteriores, juntos. Mesmo hoje, neste exato instante, alguém está sofrendo pelo amor de Cristo.

Mas e aqueles de nós que vivem em países aonde a perseguição chega ao ponto de aprisionamento, tortura ou morte ainda não chegaram até nós? Nós somos agradecidos por nossa liberdade de fé, claro, e rezamos todos os pelos cristãos menos afortunados. Mas isso significa que não temos oportunidade de mostrarmos aos outros que o amor maior, nosso por direito, amor que é evidenciado na vida altruísta.

Li Ying é uma de minhas heroínas. Devota em sua fé, ela vive na China, e atualmente cumpre uma sentença de 10 anos por distribuir textos cristãos a crianças. Separada de sua família e trabalhando longas horas em campos de trabalho forçado, esta corajosa jovem mulher teve de literalmente abandonar sua vida por suas crenças, mas todos os dias ela paga um preço alto por sua fé.

Danny é outro de meus heróis. Ele é um menino de sete anos com paralisia cerebral e uma paixão por Jesus. Em seu caminho, ele conta a todos sobre o grande amor daquele que morreu pelos pecadores. Apesar de seus maneirismos e estranha maneira de falar freqüentemente resultar em motivo de piadas, ele não deixa isso o parar. O grande amor o leva em frente.

Ruby é outra heroína a quem admiro. Com 80 anos, ela só pode se locomover com a ajuda de um andador, e mesmo assim sua dolorosa artrite torna seus movimentos lentos e difíceis. Mas, Ruby se recusa a desistir quando se trata de abraçar qualquer oportunidade de falar sobre o amor de Deus para aqueles que desesperadamente necessitam percebê-lo.

O pastor McDonald também está logo no topo da minha lista de heróis. Ele e sua esposa têm servido a Jesus por décadas, apesar de eles nunca terem construído uma igreja ou serem anfitriões de algum programa gospel de televisão. Ao invés disso, eles pregam com fé, ano após ano, para sua congregação de pobres e desabrigados. Como resultado, o casal McDonald vive ainda em um pequeno apartamento, logo acima do santuário que eles construíram, e têm servido desde seus primeiros anos de casamento. Ninguém na necessidade de uma refeição, um abrigo ou uma oração é rejeitado. Mas, como eles são conhecidos por dizerem, “É o que Jesus teria feito.”

Não há fim para a lista de heróis mundo afora, pessoas que vivem para pregar o amor de Deus e sacrificar suas vidas pelos outros. Mas, e nós? Nós vivemos de uma forma na qual as pessoas podem ver o grande amor altruísta de Cristo operando através de nossas vidas?

por Kathi Macias é ganhadora de prêmios como autora de mais de 30 livros.

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