Ele casou muito cedo?


Temos que aplaudir David Lapp. O homem de 22 anos sabia o que queria, e ele conseguiu – uma esposa. Não foi fácil. Quando David e sua esposa Amber disseram ao pai dela que eles queriam se casar (com 22 e 21 anos, respectivamente), o pai de Amber (noiva de David) não gostou da idéia.

Felizmente, o pai de Amber mudou de idéia, e agora David e Amber estão casados e felizes, e David relatou ao mundo todo sobre o acontecimento em uma coluna para o The Wall Street Journal. Na coluna, ele lida com as objeções contra o casamento entre jovens.

David Lapp escreveu no Wall Street Journal:

Primeiro, vamos examinar de perto o termo “casamento entre jovens.” Enquanto é verdade que o casamento entre adolescentes possui ampla possibilidade de divórcio, o casamento entre pessoas com vinte e poucos anos não apresenta o mesmo risco.

De acordo com um relatório do Centro de Controle de Doenças dos EUA, de 2002, 48% das pessoas que casam antes dos 18 anos, e 40% das pessoas que casam entre 18 e 19 anos eventualmente se divorciarão.

Mas, apenas 29% daqueles que casam com idade entre 20 e 24 anos eventualmente enfrentarão um divórcio – porcentagem muito similar aos 24% que casam com 25 anos em diante. De fato, latinos que casam com idade entre 20 e 24 anos realmente possuem uma probabilidade maior de sucesso no casamento (31% de chances de divórcio) do que aqueles que casam pela primeira vez com idade de 25 anos ou mais (36% de chance de divórcio).

Entre os jovens, a principal objeção contra o casamento “prematuro” é provavelmente o fato de que ele poderia criar limites na autonomia individual.

David cita o psicólogo Jeffrey Jensen, e sua argumentação de que muitos jovens adultos temem o casamento porque ele poderá inibir sua “exploração de identidade”, e desenvolvimento.

O jovem David não é contra o autoconhecimento e a realização dos jovens. Ele apenas pensa que o casamento é um caminho melhor para chegar neste objetivo, e aproveitar a experiência. Para David, o casamento não é um obstáculo à “exploração da identidade” dos jovens mas sim um meio para melhor fazer essa exploração.

“Quando dizemos que os jovens adultos estão focados no autoconhecimento, e se considerarmos a possibilidade de que o caminho para este desenvolvimento está realmente no aprendizado de vivência com outra pessoa, amando-a?”, ele pergunta. “Nós poderemos nos admirar ao descobrir que a grande aventura não está em conhecer a si mesmo, mas sim no comprometimento e conhecimento da vida a dois.”

por Albert Mohler, Presidente do Seminário Teológico Batista do Sul

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