O Islã Adverte: futebol causa problemas de saúde e até a morte


O Islã Adverte: futebol causa problemas de saúde até a morte

O Islã Adverte: futebol causa problemas de saúde e até a morte

É tempo de Copa do Mundo. Nós paramos a cada jogo da seleção. Ficamos preocupados, imaginando se a copa pode ser nossa! Se estamos em casa, queremos sentar em frente à TV junto com amigos, numa reunião descontraída, alegre e animada com comes e bebes, para torcer pela nossa seleção! De repente, uma gangue armada invade sua casa. E começam a te chicotear ou mesmo matar a tiros seus convidados. Você não tem para onde fugir! Nem adianta chamar a polícia por que…a lei em vigor é a Sharia muçulmana. Coisa de louco? Sim, coisa de loucos. Um outro mundo onde ver jogo de futebol é castigado com chicotadas ou mesmo a morte. Se você morasse em alguns desses países, estaria preocupado em ver um inocdente jogo de futebol com medo de que invadam sua casa e te matem. Países onde a emissora de televisão teve que ser transferida às pressas sob escolta militar para evitar de ser destruída por gangues de muçulmanos radicais. Exagero? Não. A mais pura verdade. Leia esta reportagem da renomada BBC de Londres e saiba como a lei Sharia muçulmana chega a ridículos como esse…e tudo isso em nome de Deus! Isso é o que prega o islã muçulmano radical, que alguns chamam de “o caminho da Paz”.

Militantes somalis ameaçam torcedores que querem ver jogos da Copa

Militantes islâmicos na Somália ameaçaram dar chicotadas públicas em torcedores de futebol que forem flagrados assistindo a jogos da Copa do Mundo no país.

Várias gangues islâmicas estariam patrulhando as áreas controladas por eles à procura de pessoas que estejam vendo algum jogo de futebol.

Torcedores fanáticos estão assistindo secretamente aos jogos ou vão para as poucas áreas controladas pelo governo somali.

No último sábado, militantes mataram duas pessoas ao atacar uma casa onde as pessoas viam um jogo.

Prisão

O grupo militante Hizbul-Islam (hizb=partido, islam=islã, ou seja, partidários do islã muçulmano) também prendeu outras dez pessoas em uma casa a nordeste da capital, Mogadíscio, onde torcedores acompanhavam a partida entre Argentina e Nigéria.

O porta-voz do grupo Sheikh Mohamed Abdi Aros disse que o resto da Somália deveria respeitar a proibição da Copa do Mundo.

“Nós estamos alertando todos os jovens da Somália a não ousar ver estes jogos da Copa do Mundo. É uma perda de dinheiro e tempo, e eles não vão se beneficiar de nenhuma forma ou ganhar alguma experiência assistindo a homens loucos pulando para cima e para baixo”, disse ele.

Os torcedores fanáticos acabam tendo poucas opções de locais para acompanhar aos jogos, já que o grupo Al-Shabab, inspirado na Al-Qaeda, também teria proibido os jogos.

Um cinema em uma pequena região da capital controlada pelo governo virou um local popular entre os torcedores.

Som baixo

Um homem, que vive em uma área controlada por militantes, disse à BBC que estava acompanhando o jogo entre Argélia e Eslovênia em casa com a família.

“Eu fico com um olho na TV e outro na porta, e com o som baixo”, disse ele.

A proibição foi instituída por causa de uma lei introduzida pela União das Cortes Islâmicas, que assumiu o controle da maior parte da Somália durante seis meses em 2006 e impôs a lei muçulmana Sharia.

Ela não permite aos somalis qualquer tipo de entretenimento considerado não-muçulmano, de acordo com a interpretação severa da lei Sharia, como videogames e assistir a torneios esportivos em público.

De acordo com o correspondente da BBC Mohammed Olad Hassan, poucos somalis têm condições de pagar uma TV por satélite, portanto as transmissões públicas são muitas vezes a única forma que as pessoas têm de ver os jogos.

No vale Juba as milícias rebeldes foram além, dizendo que jovens não deveriam assistir a futebol – nem na privacidade de suas casas – porque “iria distrai-los de seguir a jihad (guerra civil)“.

Transferência

Uma empresa particular transmissora dos jogos, a Universal TV, transferiu suas operações de uma área controlada por militantes para o aeroporto fortemente protegido da capital somali para evitar que o equipamento seja destruído em ataques durante o torneio.

A transferência foi feita durante a noite, já que a televisão já estava sendo atacada por militantes islâmicos.

O grupo Al-Shabab, inspirado na Al-Qaeda, declarou a Universal TV “inimiga do Islã” por supostamente ter transmitido imagens do profeta Maomé.

Desde então, o Al-Shabab proibiu estações de rádio de transmitir música e ameaçou várias outras estações.

Apesar de a União das Cortes Islâmicas ter sido expulsa pelas forças apoiadas pelo governo da Etiópia, vários grupos militantes, como o Al-Shabab, assumiram o controle do sul da Somália e a maior parte de Mogadíscio.

O governo, apoiado por forças de paz da União Africana, controla apenas uma pequena área da capital.

Fonte: BBC de Londres

E se você pensa que isso é obra de minorias radicais obscuras, num país sem importância e que esse obscurantismo religioso não tem nada a ver com a religião muçulmana, então leia este artigo: A Quinta Ferramenta .

A grande minoria e a silenciosa maioria que trilha “o caminho da Paz”

Dizem que o islã é a religião da paz. Dizem que o cristianismo é a religião da paz. Comprovamos essas afirmações através dos resultados das aplicações de cada religião em diversas partes do mundo. Quais são os resultados da implantação da fé maometana? Quais são os resultados da implantação do cristianismo? Vejamos.

Se analisarmos estas pesquisas das respeitadas Pew, Gallup, ABC-BBC-NHK e outras em diversos países muçulmanos em anos recentes vemos que entre 85% a 89% dos muçulmanos se dizem moderados. Inversamente, podemos estimar que cerca de 11% a 15% dos muçulmanos sejam radicais ou são favoráveis ao radicalismo. Existem aproximadamente 1,5 bilhão de muçulmanos hoje. Onze  por cento de 1,5 bihão…são 165 milhões de pessoas com idéias e muitas vezes práticas extremistas.

Cento e sessenta e cinco milhões de pessoas é uma cifra que não pode se considerada uma “minoria”. É quase um Brasil inteiro de radicais muçulmanos. Isso não é uma “minoria” nem aqui nem na China. Fica a nossa reflexão: por que será que existem 165 milhões de radicais ou simpatizantes de radicais da fé muçulmana?

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