Manifesto de Madrid: cientistas e humanistas, pesquisadores, acadêmicos e intelectuais contra o aborto


Aborto? O povo é CONTRA!

Mais de 300 intelectuais e cientistas da Bio-Medicina, Humanidades e Ciências Sociais assinaram um primeiro Manifesto contra a lei do aborto livre na Espanha. Leiam o texto completo do Manifesto de Madrid contra o Aborto.

A doutora Mónica López Barahona, biomédica e consultora de Bioética da Organização das Nações Unidas (ONU), ressaltou que o embrião humano “é vida humana” e portanto “tem os mesmos direitos humanos que qualquer outro indivíduo da espécie humana”, inclusive o direito à vida.

“Por isso”, continua a doutora Barahona, “ficar discutindo prazos não é aceitável, por que ninguém pode pertencer mais ou pertencer menos à espécie humana de acordo com o número de células que possui ou quantos quilos pese”.

O Manifesto de Madrid

“Os abaixo-assinados, professores universitários, pesquisadores, acadêmicos e intelectuais de diferentes profissões, diante da iniciativa do Grupo de Parlamentares Socialistas no Congresso, através da Subcomissão do aborto, de promover uma lei de prazos para permitir o aborto, assinamos o Manifesto pela Defesa da Vida Humana em seu estágio inicial, embrionário e fetal e rejeitamos a sua instrumentalização a serviço de interesses econômicos ou ganhos políticos e ideológico.

Em primeiro lugar, exigimos uma interpretação correta dos dados científicos sobre a vida humana em todas as suas fases e, nesse sentido queremos que sejam levados em conta os seguintes fatos:

a) Existem evidências científicas de sobra que a vida começa no momento da fertilização. O conhecimento atual demonstra: a Genética indica que a fecundação é o momento em que se constitui uma identidade genética única; a Biologia Celular explica que os seres multicelulares são criados a partir de uma única célula inicial, o zigoto, o cerne da informação genética é preservada em todas as células e que determina a diferenciação celular, a Embriologia descreve o desenvolvimento e revela como ele funciona perfeitamente.

b) O zigoto é a primeira realidade do corpo humano. Após a fusão dos núcleos gaméticos maternos e paternos, o núcleo resultante é o ponto focal do desenvolvimento que reside nas moléculas de DNA, resultante da adição de genes paternos e maternos, em uma combinação nova e única.

c) O embrião (desde a fecundação até a oitava semana) e o feto (a partir da oitava semana) são as primeiras etapas de desenvolvimento de um novo ser humano no útero e esse ser humano não é de qualquer órgão da mãe, mas que depende dela para seu próprio desenvolvimento.

d) A natureza biológica do embrião e do feto humano é independente da forma em que se tenha originado a partir de reprodução artificial ou de reprodução natural .

e) O aborto não é apenas uma “interrupção voluntária da gravidez”, mas um simples ato cruel de “interrupção de uma vida humana”.

f) O aborto é um drama com duas pessoas: um morre e um sobrevive e sofre diariamente as consequências de uma decisão dramática e irreversível. Quem aborta é sempre a mãe e que também sofre, mesmo que a decisão de abortar seja voluntária.

h) Por conseguinte, é necessário que as mulheres que escolhem o aborto estejam cientes das consequências psicológicas e, em particular o ato de psicopatologia conhecida como “Síndrome
Pós-aborto (sintomas depressivos, culpa, pesadelos, alterações de comportamento, perda da autoestima, etc.) .

i) Dada a importância do ato do aborto deve-se respeitar a liberdade de objeção de consciência a este respeito.

j) O aborto é também uma tragédia para a sociedade. Uma sociedade indiferente ao abate de cerca de 120 mil bebês por ano, é uma sociedade doente e fracassada.

k) Longe de ser a conquista de um direito da mulher, o aborto sem limites definiria as mulheres como as únicas responsáveis por um ato violento contra a vida de seu próprio filho.

l) O aborto é especialmente difícil para uma garota de 16 a 17 anos, a quem se pretende negar a presença, aconselhamento e apoio de seus pais para decidir se continuará a gravidez ou abortará. Forçar uma menina a decidir sozinha em uma idade tão jovem é uma irresponsabilidade e definitivamente uma forma de violência contra as mulheres.

Em suma, acreditamos que as conclusões do Grupo de Parlamentares Socialistas no Congresso por meio da sua Subcomissão sobre o aborto, irá pôr em prática uma lei de prazos (do aborto) que agrava a situação e ignora a sociedade que não quer uma nova lei para legitimar um ato violento para o nascituro e sua mãe, mas sim pede uma regulamentação para acabar com o abuso e fraude à lei dos centros médicos onde são praticados abortos. ”

Fonte: Scriptor.org

  • Em abril de 2009, a Junta Diretora do Colégio Oficial de Médicos de Sevilha, reunida em sua sessão plenária, aclamou seu apoio ao Manifesto de Madrid contra o Aborto e confirma que “existem evidências científicas de sobra que a vida começa no momento da fertilização.
  • Em junho de 2009, o Colégio de Médicos de Madrid, informou seu apoio ao Manifesto de Madrid.
  • Em setembro de 2009, a Comissão Nacional de Bioética da Espanha reconhece que o embrião é um ser humano.
  • Em outubro de 2009, o Colégio Oficial de Médicos de Cádiz informa que a lei proposta pelos partidos socialistas espanhóis impedem que os médicos exerçam seu direito fundamental de se negar a praticar abortos.

O Plano Nacional de “Direitos Humanos” do Brasil

As propostas do governo socialista brasileiro de que o aborto representa um avanço nos direitos humanos são obsoletas e ultrapassadas perante as evidências científicas modernas. Existe sim vida no embrião e se tem vida, o embrião tem direito a usufruir dessa vida o que é um dos Direitos Humanos fundamentais do ser humano. A legalização do aborto sequer deveria ter sido inserida no PNDH do Brasil e se foi feita, o foi por motivos que não respeitam a maioria do povo brasileiro. Muito menos respeitam as várias convenções e tratados internacionais assinados pela República do Brasil.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos deve ser respeitada

O Brasil concordou em assinar a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Em seu artigo, essa Declaração estabelece:

“Artigo III.
Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Pedimos ao governo brasileiro e ao seu ministro dos “Direitos Humanos” que respeitem os compromissos internacionais aceitos pela República do Brasil e deixem de promover quaisquer iniciativas contra o assassínio de seres humanos, sob o nome disfarçado sob o nome de “aborto” ou mais eufemisticamente ainda de “interrupção da gravidez”, quando na verdade se trata do “extermínio de uma vida humana” ou mais claramente “assassinato” o que é crime independente da idade do cidadão brasileiro que foi morto.

A Constituição Brasileira deve ser respeitada

A Constituição da República do Brasil, lei máxima à qual todas as outras leis devem ser subordinadas, estabelece no seu artigo 5º “a inviolabilidade do direito à vida”.

A Convenção Americana de Direitos Humanos deve ser respeitada

Em 25 de setembro de 1992, o Brasil ratificou a Convenção Americana de Direitos Humanos, que dispõe, em seu artigo 4º, que o direito à vida deve ser protegido desde a concepção.

O Estatudo da Criança e do Adolescente deve ser respeitado

O artigo 7º do Estatuto da Criança e do Adolescente dispõe que a criança nascitura tem direito à vida, mediante a efetivação de políticas públicas que permitam o nascimento.

O povo brasileiro não quer o aborto

Em março de 2007 o instituto de pesquisas Datafolha (do jornal Folha de S. Paulo) realizou um estudo estatístico que revelou que 65% dos brasileiros acreditam que a atual legislação sobre o aborto não deve ser alterada. Uma pesquisa mais específica, realizada pelo instituto Vox Populi para a revista Carta Capital e para a emissora de televisão Bandeirantes, revelou que apenas 16% da população brasileira concorda que o aborto deve ser permitido em caso de gravidez indesejada.

A classe política brasileira não quer o aborto

A 13ª. Conferência Nacional de Saúde ocorrida em Brasilia no dia 18 de novembro de 2007 rejeito a proposta do governo para descriminalizar o aborto. Cerca de 70% dos 5.000 delegados presentes votaram contra a legalização do aborto.

O projeto de lei 1135/91 que prevê a legalização do aborto, foi rejeitado por unanimidade pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, no dia 7 de maio de 2008.

Foi também rejeitado pela Comissão de Cidadania e Justiça da Câmara dos Deputados por 57 votos a 4, no dia 9 de julho de 2008.

Quem quer o aborto?

O governo socialista do PT e uma minoria insistem em promover a causa pró-aborto, indo contra toda a vontade do povo brasileiro ao qual dizem servir.

Aborto: o governo foge de suas responsabilidades sociais

O povo brasileiro está mais avançado que seus governantes no assunto aborto. Aborto é crime. Aborto é atraso. Aborto é o meio que um governo encontra de fugir de sua responsabilidade em dar condições dignas de vida para todos seus cidadãos, inclusive aqueles que estão dentro do ventre de suas mães.

Pedimos ao governo brasileiro que pare de promover iniciativas sem apoio da sociedade. Ao invés disso, que dê condições dignas de apoio social, psicológico, moral e financeiro para aquelas mães que se encontram diante da decisão de aceitar um filho mesmo que seja indesejado, e ajudá-las a superar a rejeição e oferecer alternativas para que os bebês sejam criados de forma digna.

Sabemos que é muito mais “fácil”, “rápido” e “barato” matar o cidadão brasileiro indesejado – o bebê – do que prover assistência à mãe e filho e mesmo ao pai durante meses ou anos para que aceitem o bebê e tenham meios de criá-lo com dignidade. Mas essa é a obrigação do governo brasileiro perante a sociedade que o elegeu. Cumpra-se a vontade do povo e ponto final.

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3 Respostas

  1. […] Manifesto de Madrid: cientistas e humanistas, pesquisadores, acadêmicos e intelectuais contra o&nbs… […]

  2. A HORA DA DECISÃO.
    Por Ulysses de Oliveira
    ulyssesboliveira@yahoo.com.br

    O Brasil está assistindo, neste momento – ano de 2009 e 2010- à maior tentativa de reorganização da vida de seus cidadãos jamais vista na história de sua existência como nação. Estamos falando do PNDH3 – Programa Nacional de Direitos Humanos 3.
    O Presidente Lula achou de reinventar o Brasil lançando, no final de seu mandato, o dito Programa, alegando que o mesmo foi elaborado por meio de milhares (eles dizem) de reuniões de comitês e comissões (quem já foi a uma dessas reuniões sabe que os dirigentes já chegam com uma pauta previamente preparada e refutam qualquer intervenção que fuja de suas idéias anteriormente decididas. Geralmente é aprovado o que os dirigentes já decidiram anteriormente.).
    Mais, tarde, depois de assinar o tal PNDH3, o presidente declarou que assinou sem ler!
    Boa maneira de se safar. Mas assinou!
    E agora, passa a bola para um Congresso engessado e paralizado pelos altos índices de aprovação popular do presidente (alavancados pelo antiqüíssimo “ Programa Pão e Circo” já sobejamente aprovado pelos césares romanos e pelo não tão antigo Hitler na Alemanha).
    O plano é deixar para o sucessor os abacaxis a serem descascados e, quando tudo estiver pacificado, voltar carregado nas costas da turma do GLBT, MST, dos amansados pelo Bolsa Familia, pelos felizes médicos donos das prósperas clinicas de aborto a serem instaladas e camaradas congeneres.
    Mas o que tem demais no Programa Nacional de Direitos Humanos 3?
    O nome até que é imponente… Politicamente correto…
    E quem haveria de ser contra defender direitos humanos?
    É aí que está o problema. É que, embutido no pacote; em meio a centenas de assuntos que pretendem reorganizar toda a sociedade, estão bombas que vão destruir boa parte da base moral e espiritual da nação. O documento trata de tudo. É o novo Alcorão do século XXI.
    Fala sobre os procedimentos policiais, legisla sobre currículos escolares, demarcação de terras indígenas, direitos de quilombolas, sistema de saúde publica, casamento, família, dá diretrizes para os pais corrigirem seus filhos, fala sobre a profissionalização da prostituição, união civil de homosexuais, certidão de registro civil, desmatamento, eleições, ritos processuais do judiciário, execução penal, jornalismo, radio, televisão, religião e tudo o mais que envolva a vida dos brasileiros.
    Tudo bem, se no meio desta Nova Constituição Populista, não estivessem inseridas coisas estranhas à cultura e vida do povo brasileiro, tais como, uma exacerbada, repetida e insistente referencia ao grupo constituído pelos gays, lésbicas, prostitutas e assemelhados; estabelecendo tantos direitos e prerrogativas para os mesmos que, a exemplo da India, pelo andar carruagem, vai ser criada para eles uma casta privilegiada de cidadãos especiais e intocáveis. Eles, que merecem a proteção da lei, pelo principio da isonomia, ou igualdade, como se queira falar, se tornarão desiguais, especiais e privilegiados. O tiro pode sair pela culatra.
    O Jurista Ives Gandra, escritor conceituadíssimo em terras brasilis e em outras plagas, afirma que o documento é de uma sandice insustentável, pois contem coisas tais como: quem tiver suas terras invadidas, automaticamente perderá o direito de posse das mesmas. O direito de posse passa a ser dos invasores!
    Inverte-se o direito de propriedade consagrado milenarmente. E por aí vai… Chifres em cabeça de cavalo!

    Vejamos algumas pérolas de contradição:
    “ O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

    DECRETA:
    Art. 1o Fica aprovado o Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3, em consonância com as diretrizes, objetivos estratégicos e ações programáticas estabelecidos, na forma do Anexo deste Decreto.
    b) Diretriz 8: Promoção dos direitos de crianças e adolescentes para o seu desenvolvimento integral, de forma não discriminatória, assegurando seu direito de opinião e participação;
    c) Diretriz 13: Prevenção da violência e da criminalidade e profissionalização da investigação de atos criminosos;
    d) Diretriz 14: Combate à violência institucional, com ênfase na erradicação da tortura e na redução da letalidade policial e carcerária;
    e) Diretriz 15: Garantia dos direitos das vítimas de crimes e de proteção das pessoas ameaçadas;
    Art. 6o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.”
    Olha só a contradição: A diretriz 8 diz “Promoção dos direitos de crianças e adolescentes para o seu desenvolvimento integral, de forma não discriminatória”,
    Logo em seguida o texto diz:
    ==========================================================================
    g)Apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos.
    Responsáveis: Ministério da Saúde; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Ministério da Justiça
    =====================================================================================
    Ora, meus leitores, é incongruente, contraditório, boçal e outros adjetivos mais, imaginar que se promove os direitos da criança dando “autonomia para as mulheres decidir sobre seus corpos” leia-se “ABORTO”.
    Ora, quem está grávida, está grávida de uma criança, que é um ser humano (como pode ser comprovado por qualquer exame clínico), a qual estaria debaixo da diretriz 8, portanto, tem direito ao seu desenvolvimento integral, de forma não discriminatória.
    E como é que se pratica o aborto, meus queridos juristas, rábulas, parlamentares e governantes?
    Por acaso o açougueiro… leia-se: aborteiro, pedirá gentilmente ao bebê que saia por sua livre vontade de dentro da proteção do útero? Ou o bebê será sugado violentamente por máquinas que o partirão em pedaços ou destruído por produtos químicos e depois lançado no lixo hospitalar, como se pode ver em inúmeros vídeos reais no youtube?
    E as tais “mulheres para decidir sobre seus corpos.” ..? Será que o corpo do bebê é dela? O bebê não é um ser individual e consciente? Não tem ele personalidade e reações próprias, como se pode verificar em qualquer exame de ultrasom?
    As contradições não param por aí. O texto diz que o Estado deve:
    ==============================================================================================
    “i)Expandir a assistência pré-natal e pós-natal por meio de programas de visitas domiciliares para acompanhamento das crianças na primeira infância.
    Responsável: Ministério da Saúde
    Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça”
    ==========================================================================================
    Ora, senhores, de que trata a assistência pré-natal??? De cuidar da vida ou tirá-la?! Me expliquem!
    Qual direito a criança em situação pré-natal realmente terá? De que tipo de assistência pré-natal estão falando? De vida ou de morte?!
    Mais uma:
    =======================================================================================
    “Responsável: Ministério da Justiça
    Objetivo estratégico III:
    Consolidação de política nacional visando à erradicação da tortura e de outros tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes.
    Ações programáticas:
    a)Elaborar projeto de lei visando a instituir o Mecanismo Preventivo Nacional, sistema de inspeção aos locais de detenção para o monitoramento regular e periódico dos centros de privação de liberdade, nos termos do protocolo facultativo à convenção da ONU contra a tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes.
    Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério das Relações Exteriores;”
    ===========================================================================================
    Pergunto eu: Uma criança confinada no útero, privada de liberdade de ir e vir, sem voz para gritar, sem liberdade para decidir, sem opção para decidir seu futuro… não necessita de proteção aos seus DIREITOS HUMANOS?
    Ou será esta criança um ser extraterrestre que ocupou indevidamente aquele corpo de mulher… um alienígena sem nenhum direito no mundo dos humanos?
    Ao receber uma injeção letal, ou uma aspiração destrutiva aplicada por um aborteiro autorizado ou não, esta criança não estará sendo vítima de uma destas “ penas cruéis, desumanos ou degradantes. “?
    Meus leitores, pensem, sintam, falem, protestem, enviem e-mails, façam abaixo assinados, passeatas… façam algo, pois se não… “OS QUE SE CALAM CONSENTEM!”
    A Bíblia fala que se os juízes de uma terra não condenarem o crime de sangue, aquela terra será considerada por Deus como TERRA SANGUINÁRIA.
    Muitos povos antigos e pagãos (no Brasil não se aceita mais o canibalismo nas tribos indígenas, mas se tolera a prática do infanticídio) tinham e ainda tem por costume matar e sacrificar seus filhos sob os mais diferentes motivos: oferenda aos deuses, rejeição ao nascimento de meninas, de deficientes físicos, para controle de natalidade – quando a família já era grande- e todos os motivos imagináveis. No Brasil não se aceita mais o canibalismo nas tribos indígenas, mas se tolera a prática do infanticídio. Na China comunista, hoje mesmo, se aceita apenas um filho por família; o segundo gera multa e até prisão para os pais e o terceiro será morto em uma clínica do governo! No ateísmo e no mundo selvagem é assim.
    Nos dias do nascimento de Moisés, o Faraó mandava matar todos os meninos e deixava vivas as meninas – seu reino foi destruído por pragas trazidas pelo próprio Moises, em nome do Senhor.
    Nos dias do nascimento de Jesus o rei Herodes mandou matar todos os meninos de Belém – por ciúme. Depois mandou matar gente de sua própria família com medo de perder o trono – seu reino foi destruído logo após a morte de Jesus…
    Os Maias e outros povos, aqui na America, matavam adolescentes virgens em honra ao deus Sol – foram destruídos…
    E aqui, nas plagas tupiniquins, o que queremos com leis deste tipo? Trazer pragas e destruição sobre a nação?
    Ah! Dirão alguns: Alguns estados dos EUA, a mais rica nação do planeta, aprovam e praticam o aborto!
    É… e a nova geração está sendo destruída pelas drogas…. É o maior consumidor do mundo! E há uma crise econômica rondando por lá que está sendo uma desgraça!
    Acorda brasileiro! São seus filhos e netos que vão viver nesta nação… ou morrer antes de nascer!

  3. […] Manifesto de Madrid: cientistas e humanistas, pesquisadores, acadêmicos e intelectuais contra o&nbs… […]

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