Gianna Jessen: O médico que me abortou teve que assinar meu atestado de nascimento.


Essa mulher dedicada a Cristo que vocês estão vendo acima, nasceu abortada por meio do chamado “aborto por injeção salina”. Você sabe o que é o aborto por injeção salina? Nem queira saber, é terrível. Leia mais neste artigo. Mas Deus quis que Gianna sobrevivesse ao ser abortada e não só isso: ela que havia nascido com paralisia cerebral devido ao aborto, recuperou seus movimentos, é cantora e compõe musicas. Milagre? Só Deus sabe… leia mais a respeito.

Primeira parte

Segunda parte

Gianna Jessen nasceu no dia 6 de abril de 1977 em Los Angeles, Califórnia e hoje é uma cantora cristã e ativista pró-vida (contra o aborto). Ela nasceu viva depois de uma tentativa de aborto por injeção salina.

O que é o aborto por injeção salina

Usa-se só depois de 16 semanas de vida do bebê no útero. O líquido amniótico que protege o bebê é extraído e em seu lugar se injeta uma solução líquida salina concentrada. O bebê ingere esse líquido que depois de 1 a 12 horas de envenenamento lento e doloroso, desidratação, hemorragia do cérebro e de outros órgãos além de convulsões. Essa solução salina também produz dolorosas queimaduras graves na pele do bebê.

Alguns chamam os bebês abortados de “bebês maçã do amor” (candy apple babies), por que a solução salina às vezes corrói a pele do bebê ainda vivo. Desse modo, sem pele, o bebê fica vermelho por causa do sangue de seu corpo. E sua cabecinha fica parecida com uma maçã do amor.

Nem um animal se mata assim hoje em dia. Todos tão preocupados em dar uma morte rápida aos animais que são criados para o consumo humano. Mas o bebê não tem esse benefício da rapidez, o aborto por solução salina é permitido em alguns países. Tudo normal. Não tentem ver na Internet fotos dos bebês, são de cortar o coração. Algumas horas depois da injeção salina, a mãe começa o “parto” e dá à luz um bebê morto ou quase morto.

Nem o Dr. Josef Mengele, o médico-monstro nazista poderia ter inventado um assassinato tão horrível como esse. E para não ficar com dor na consciência, chama-se esse homicídio cruel, lento e doloroso de “interrupção da gravidez indesejada”,  “aborto por instilação” e outros nomes cosméticos.

No entando, Deus quis diferente e no seu poder e glória, salvou a vida de Gianna e deste modo obrigou o médico abortista a assinar a declaração de nascimento da nenê.

Vamos mudar o nome por que assim nossa consciência dói menos

Usam-se palavras bonitinhas para não assustar nossas consciências. Quer ver? Imagine o seguinte diálogo:

-Olá, aonde está indo?
-Eu esto indo cometer um homicídio contra uma criança de 7 meses. Vou envenená-la e matá-la lentamente durante 12 horas de agonia e dor e paralisia cerebral. Usarei um produto químico para dissolver a pele do bebê e ele ficará em carne viva.
-Como?! Mas isso é crime!! Vou chamar a polícia para prender você!!
-Quero dizer, estou indo ‘interromper uma gravidez indesejada’, ou melhor vou fazer uma IGI por meio de uma “injeção salina”.
-Ah tudo bem, que moderno! Amanhã nos falamos. Envie um abraço para sua família. Estaremos todos juntos no culto de domingo.

Sim, por que existem mutos cristãos que optam por abortar. Vejam como os proponentes do aborto trocam o nome do processo para anestesiar nossas consciências. Mas todos nós sabemos, alguns de nós bem lá  no fundo, bem no fundo de nossas consciências que o termo real é “crime de assassinato” ou “homicídio infantil” ou “infanticídio” e tudo isso são crimes previstos no Código Penal como hediondos. E são atos contra a obra de Deus na terra.

E por isso, a maioria das mulheres que aborta fica com problemas psicológicos e grande remorso. Vejam o caso da Elba Ramalho, abortou há tantos anos atrás, e hoje, movida pelo arrependimento do erro é militante pró-vida dos bebês por nascer. E ela mesmo fala que o aborto nunca mais saiu de sua consciência. Você quer isso para você? Claro que não.

Quando os pro-aborto vão apresentar algum projeto de lei ao Congresso em favor do aborto, logo utilizam o título enganador de “interrupção voluntária da gravidez”. Para ficar ainda mais enganador, alguns dizem: sou a favor da IGI. Uma sigla, é a isso que foi reduzido homicídio de um ser humano. E não contam aos parlamentares como morrem de modo horrível os cidadãos de menos de 9 meses que pela Declaração dos Direitos do Homem, têm direito à vida desde sua concepção (fecundação do óvulo).

Pode matar que não vai preso

O que os pró-aborto querem nos impor é: quando o bebê vivo está bem novo e muito mais desprotegido, então pode matar que não vai preso. Mas quando o bebê tiver 9 meses e nascer, então matá-lo é crime e vai para a cadeia.

Por exemplo: se eu matar meu filho com uma injeção salina desde que ele tenha menos de 9 meses e estiver na minha barriga, então tudo bem. Se eu matar o meu filho recém-parido com uma injeção salina, é crime e vou preso.

Desculpem ser assim tão direto mas por que a passagem de um ser humano para fora do corpo de sua mãe lhe dá direito à vida enquanto que se esse mesmo ser humano estiver dentro do corpo de sua mãe ele não tem direito a viver e pode ser morto legalmente?  Dá para enteder? Não dá. Não tem lógica. Não tem pé nem cabeça essa argumentação dos defensores do aborto. E querem impor isso à força para nossa sociedade, mesmo eles sendo minoria.

Quando ocorre o nascimento?

A defesa do aborto se prende a conceitos obsoletos e ultrapassados, como por exemplo:

  • O nascimento de um bebê ocorre durante o parto. Mentira. O bebê está vivo desde o momento em que o óvulo é fecundado. Foi aí que ele nasceu, e a ciência moderna prova isso.
  • Estudos ‘científicos” apoiam o aborto até algumas semanas de vida do feto, “por que está provado que o bebê nesse estágio de desenvolvimento não sente dor”. Mas…então se a vítima do crime não sente dor, podemos matá-la? Se eu der um sonífero para outra pessoa e depois liquidá-la durante o sono, ela não sentirá dor. Então por que a polícia veio me prender?

E outros argumentos sem pé nem cabeça. Quando você nasceu? Não foi na data que consta na sua certidão de nascimento. Você nasceu cerca de meses antes, seu corpo é seu, tem sua individualidade diferente da dos seus pais, você pensa e age diferente deles. Você nasceu assim, você é um ser humano independente mesmo antes do parto. Portanto, você tem direito à vida como todos os outros seres humanos.

O aborto de Gianna Jessen

A mãe biológica de Gianna tinha 17 anos de idade qundo ela fez o aborto por instilação de solução salina. Gianna tinha 30 semanas (7 meses e meio) de vida.

Gianna nasceu viva. Graças à tentativa de homicídio que sofreu, ela teve graves ferimentos que resultaram em atrofia física e paralisia cerebral. Paralisia cerebral imobiliza totalmente o corpo da pessoa e não tem cura. Posteriormente, os pais biológicos de Gianna colocaram ela para ser adotada. Depois de destruir fisicamente a menina, colocaram-na à disposição de algum interessado. Que para a sorte de Gianna foram os pais que ela precisava: amorosos, dedicados…quem dentre nós tem tanto amor para adotar uma criança? Poucos. E quem tem ainda mais amor para adotar uma criança com paralisia cerebral? Pouquíssimos…esse foi o tamanho do amor dos pais adotivos de Gianna: imenso!

Só Deus explica

Como podem ver no vídeo e fotos, Gianna se tornou uma bela mulher, inteligente, bem saudável. Ela passou por uma recuperação física impressionante, para não dizer inexplicável. Os médicos diziam que ela jamais poderia andar devido à paralisia cerebral. E hoje ela anda! Mancando levemente, mas anda. Ela fala, discursa, ela canta. Quem são os médicos perante a grandeza do poder de Deus…são meros grãos de pó na sua ignorância como todos nós.

Gianna, além de ativista pela vida e contra o aborto, participou da Maratona de Londres em 2006, ela é também cantora acompanhada por seu amigo Michael Logen e compôs e gravou várias músicas.

Quem me criou?

Gianna Jessen voltou a encontrar sua mãe biológica e lhe disse: “Eu não pertenço a você, eu pertenço a Cristo”.

Cada um de nós, não pertencemos aos nossos pais, pois foi Deus que criou a cada um de nós. Nós pertencemos a Deus. Portanto, não cabe aos pais matar aquele bebê que não lhe pertence.

Nossos pais não são nossos “donos” ou “proprietários” do nosso corpo. Eles são…aqueles que nos criam, nos educam. Devemos respeitá-los como filhos. Mas nunca se deve permitir que matem uma obra de Deus.

Afinal, agindo assim estaremos evitando que eles próprios sejam espiritualmente condenados perante Deus. Ao evitar o aborto, temos não apenas a vida do bêbê salva, mas evita-se que o espírito dos pais receba a terrível condenação de quem destrói e mata uma obra de Deus.

Todo mundo fala sobre os direitos da mulher. Mas e o MEU direito?

Frase de Gianna Jessen: “Se o aborto tem a ver com os direitos das mulheres, então…quais eram os MEUS direitos no momento do aborto?”

Hoje várias mães têm batizado suas filhas com o nome de Gianna. Gianna representa a vitória da vida contra todos os obstáculos. A vitória de Deus sobre os atos criminosos de alguns seres humanos. Giana é a vitória da fé em Cristo. Deus fez o médico abortista assinar o atestado de nascimento de Gianna. E o médico foi forçado a anotar no atestado de nascimento que Gianna nascera por causa de um aborto por injeção salina. Certamente hoje, esse médico deve estar refletindo muito a respeito do “trabalho” do qual se sustenta. Deus seja louvado.

Leituras sugeridas:
Pais esquecidos: homens sofrem com aborto
Minha mãe, meu pai, quem me criou?
Manifesto de Madrid: cientistas e humanistas, pesquisadores, acadêmicos e intelectuais contra o aborto

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