Muçulmanos expulsam 250 famílias cristãs de suas casas no Paquistão


KHANEVAL, Paquistão, 7 de junho de 2010 (CDN) ―Abdul Sattar Khan, chefe do vilarejo No. 123/10R, Katcha Khoh, e outros moradores muçulmanos ordenaram a expulsão após a enérgica objeção dos cristãos às agressões sexuais de muçulmanos contra meninas e mulheres cristãs.

“A maioria dos homens cristãos trabalha em campos de proprietários muçulmanos, e a maioria das mulheres e meninas trabalha como empregada doméstica em casas de famílias muçulmanas” disse Rasheed Masih, um cristão do vilarejo, acrescentando que cristãos pobres vivem em condições revoltantes.

Os empregadores muçulmanos usam sua posição de poder para, rotineiramente, agredir sexualmente mulheres e meninas cristãs, cujas queixas se elevaram tão estridentemente que quatro cristãos ―Emmanuel Masih, Rasheed Masih, Shehzad Anjum e Yousaf Masih Khokhar― confrontaram com firmeza os muçulmanos, e foram então avisados de que todas as 250 famílias cristãs seriam expulsas do local.

“Os moradores muçulmanos vieram com a ordem de expulsão só depois que as mulheres e meninas cristãs levantaram um veemente protesto, quando ficaram totalmente indignadas por serem sexualmente agredidas pelos muçulmanos ou forçadas a cometer adultério diariamente” ― disse Khokhar, líder político cristão do Paquistão.

“Os muçulmanos afirmavam às mulheres e meninas cristãs que se elas negassem sexo a eles, suas famílias seriam expulsas de suas casas” acrescentou Emmanuel Masih.

Os cristãos criaram a colônia quando começaram a se instalar na área, por volta de 1950.

“Desde então, a migração de muçulmanos para a área deixou os cristãos em minoria entre os 6.000 moradores do lugar” disse Emmanuel Masih. “Não há igreja, ou lugar de culto, nem mesmo cemitério para cristãos”.

Esse padrão se repete ao longo dos séculos: quando os muçulmanos se tornam maioria numa região ou país, começam a atacar, discriminar e perseguir os vizinhos de outras religiões.

Perguntados por que não teriam pedido ajuda à policia da cidade vizinha de Katcha Khoh, Emmanuel Masih e Khokhar disseram: “Seríamos presos em nome de leis contra blasfêmia, e a situação pioraria para os cristãos do lugar que já se encontram em terríveis condições de vida, sempre à sombra do medo e da morte, já que eles (os muçulmanos) não seriam presos ou seriam logo liberados pelo pagamento de fiança, devido às suas fortunas e influências”.

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