E você, quando vai encontrar sua Porta de Damasco?


Porta de Damasco: motorista de táxi converte para Cristo

Esta é a Porta de Damasco em Jerusalém. Não é a original, por onde o ainda anticristão Saulo passou em sua missão de perseguição aos cristãos. A Porta de Damasco foi reonstruida em 1542 pelo sultão muçulmano Suleiman. Se Saulo iniciou sua jornada para os braços de Cristo passando por essa porta, o mesmo aconteceu com Mosab Hassan Yousef, filho do sheik Hasan Yousef, um líder muçulmano renomado da Palestina e um dos fundadores do grupo terrorista muçulmano Hamas.  A jornada do jovem Mosab Hassan Yousef para a fé cristã literalmente passou pela Porta de Damasco em Jerusalém. Veja como o filho do chefe do grupo terrorista muçulmano Hamas se converteu ao cristianismo. Não foi fácil eliminar a lavagem cerebral extremista que tinha sofrido desde criança. Foram precisos 6 (seis) anos de reflexão, leitura da Bíblia e conversa com evangelizadores, para sair do círculo vicioso do ódio que lhe tinha sido ensinado e entrar no círculo virtuoso do amor pregado por Cristo.

Cristo age através de um motorista de táxi

Nesse lugar histórico em 1999, Yousef e dois amigos se encontraram com um cristão britânico que estava visitando Jerusalém com um pequeno grupo evangelístico. O homem, um motorista de táxis na Inglaterra, que ficou em Jerusalém durante poucos dias, o convidou para um estudo da Bíblia na Associação de Jovens Cristãos perto do Hotel Rei Davi na Jerusalém ocidental.

Mossab Hassan Youseff: Cristo é meu herói!

“Peguei a Bíblia e comecei a estudá-la”, Yousef disse para os jornalistas na quinta-feira. “Levei seis anos para estudar o Cristianismo, estudar o islamismo tudo de novo e estudar ainda mais as outras religiões”.

Yousef: “O Corão é canceroso”

Em seu livro, ele narra um momento decisivo em sua “odisséia espiritual” quando seu melhor amigo o dirigiu a um programa na Al-Hayat, uma estação de TV cristã via satélite em árabe. Ele assistiu enquanto um idoso padre copta chamado Zakaria Boutros “sistematicamente” realizava uma “autopsia no Corão, abrindo-o e expondo todo osso, músculo, nervo e órgão, e então pondo-os sob o microscópio da verdade e mostrando que o livro inteiro é canceroso”.

Yousef disse que ele não consegue indicar o dia ou a hora em que ele se tornou cristão, porque foi um “processo de seis anos. Mas eu sabia que eu era cristão, e sabia que eu precisava ser batizado”.

O batizado: um cristão consagra Yousef para Cristo e a gratidão para o motorista de táxi

Em 2005, não muito depois que ele assistiu ao padre copta cortar e expor “todos os pedaços mortos de Alá que ainda estavam ligados ao islamismo e me cegavam para a verdade de que Jesus é o Filho de Deus”, ele literalmente arriscou-se, entrando nas águas do mar Mediterrâneo numa praia de Tel Aviv numa incomum cerimônia de batismo “secreta” realizada por um cristão de San Diego, EUA, que estava de visita.

Agora, Yousef reside na região de San Diego, onde ele freqüenta a Igreja da Estrada de Barrabás. Ele perdeu contato com o motorista de táxis da Inglaterra. “Encontrei-me com ele apenas duas vezes. Não sei onde ele está, mas oro por ele sempre”, disse ele.

A maior mentira da história

Com 10 anos de luta contra o terrorismo em sua experiência passada, Yousef se vê agora como numa missão nova, mas não menos provocativa – libertar muçulmanos do “deus do islamismo”. Ele frisa que os muçulmanos não são seus inimigos:

“Meu coração se quebranta por eles”, ele disse para os jornalistas na quinta. “É isso o que quero que eles compreendam. Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles, e creio que o maior inimigo que os muçulmanos estão enfrentando é seu deus e seu profeta”.

Mossab Hassan Youssef: o Corão é canceroso.

Maomé, disse Yousef, começou 1.400 anos atrás com uma mentira que ele “embrulhou com revestimentos de fatos, verdade, obras de caridade e boas coisas”.

“Por isso, ele é uma mentira perfeita”, ele disse. “Creio que o islamismo é a maior mentira da história humana. É desse jeito que creio. Os muçulmanos são vítimas dessa mentira”. Agora, disse ele, é a “hora de eles despertarem dessa mentira, para serem corajosos o suficiente para enfrentá-la”.

Ele reconheceu que suas palavras ofendem a muitos de forma extrema. “Mas alguém precisa dizer a verdade e lhes dizer isso com muito amor”, disse ele.
Yousef disse que quando ele pesquisou em busca da raiz dos problemas na face de seus compatriotas palestinos, ele chegou à conclusão de que é “o deus do islamismo”.

Mas ele argumenta que o obstáculo principal para persuadir os muçulmanos a abandonar o islamismo é não convencê-los de que “Maomé é um mentiroso”. “O problema que eles enfrentam é que eles não têm a coragem de enfrentar as conseqüências se reconhecerem isso”, disse ele.

Algo muito melhor do que esta vida

Yousef disse que ele não espera que sumam as ameaças à sua vida que começaram no dia em que ele declarou sua fé em Jesus Cristo. Embora diga que ele “não parece alguém que quer morrer”, ele “não vai se esconder”.

“Como crente em Cristo, creio em suas promessas, e creio que ele está preparando algo muito melhor do que esta vida”, disse ele. “Se o preço para espalhar a mensagem for meu sangue ou minha vida, assim seja. Não desejo morrer, mas provavelmente esse é melhor jeito de divulgar a mensagem”, disse Yousef. “Continuarei fazendo o que tenho de fazer, o que é certo fazer, e se o resultado for me matarem por essa causa… todos vão morrer algum dia”.

Yousef: “O Islã não é a religião da paz”

Respondendo à pergunta acerca das políticas do governo Bush e Obama de declarar o islamismo “uma religião de paz” e insistir em que os EUA não estão numa guerra contra o islamismo, Yousef deu sua opinião: “Com todo respeito ao senhor presidente, há um engano imenso”. “Eu os incentivo a ler o Corão, capitulo 9, versos 5 e 29, que instituem a pena de morte a todos os que não crêem no islamismo”, disse ele.

“Isso não é novo”, acrescentou ele. “Essa não é a idéia de um muçulmano radical. Essa é a ideologia do próprio deus do islamismo. Por isso, não podemos mudar o que está no Corão, e nenhum muçulmano tem a autoridade de mudar isso”.

Ele compreende que diplomatas e governos têm limitações, mas crê que a ameaça permanecerá, a menos que se lide com a razão dos islâmicos que fazem guerra santa.
Yousef disse que seu chamado é desafiar o problema em seu ponto central.

Yousef: Governos lutam contra terrorismo mas ignoram a realidade da fé muçulmana

“O que os governos estão fazendo? Eles estão lidando com alguns terroristas, radicais aqui e ali, mas estão ignorando, com certeza, a realidade do islamismo”, disse ele. Depois de uma década de “luta contra o terrorismo”, ele disse que ficou claro que “estamos lutando contra um fantasma”.

“No fim do dia, a razão deles ainda está ali”, disse ele. “O melhor jeito de detê-los é lutar contra a ideologia deles. Se não lutarmos contra a razão deles, se não lutarmos contra a ideologia deles, se não desafiarmos a ideologia deles, continuarão aparecendo homens-bombas e extremistas”.

Ele disse que a tarefa não pode ser o dever do governo. “Pedimos que o governo nos dê espaço para trabalhar”, ele disse. “Se não quisermos passar por esta guerra, esse é o dever de todo homem livre deste mundo. Não só do Cristianismo, mas de todo homem livre”.

Mosab Hassan Yousef libertou-se da idelologia do ódio e abraçou a ideologia do amor pregada por Cristo. Ele completou seu caminho pela Porta de Damasco, e agora continua sua jornada na palavra de Deus para alertar os muçulmanos a respeito. E você, em sua vida, quando vai aceitar passar por sua Porta de Damasco e cair nos braços de Cristo? Não precisa expor sua vida, como Yousef está fazendo, basta aceitar Cristo como seu salvador. Aja agora!

Fonte: MSM

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2 Respostas

  1. […] This post was mentioned on Twitter by Felipe, Jose. Jose said: E você, quando vai encontrar sua Porta de Damasco?: http://wp.me/pFVpc-DI […]

  2. Colocarei como alvo a partir de agora as pessoas que trabalham em países como estes em que os cristãos sofrem tanto. Fazer a obra de Deus é muito necessário. Como é triste perceber a cegueira desses povos.

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