apóstolos


Qual a diferença entre apóstolo e missionário? Leia estas duas páginas e verá como você pode propagar a palavra de Cristo de diversos modos e até sem sair de casa.

Nós lemos a Bíblia e aprendemos sobre as perseguições que a igreja cristã sofreu no início de sua história.

A palavra apóstolo vem do grego e significa “mensageiro” ou “aquele que leva a mensagem”. Quando falamos em apóstolos, logo nos vem a imagem dos doze apóstolos de Cristo. Pensamos no apóstolo Paulo e outros que converteram continentes inteiros à fé de Cristo. A impressão que temos, quando lemos as histórias contadas nos Atos dos Apóstolos é de algo divino, maravilhoso, mas que aconteceu há quase 2.000 anos atrás. Um belo testemunho de fé, mas que não existe mais.

Isso não é verdade. Os apóstolos, mensageiros da palavra de Deus, trabalham nos mais remotos e perigosos locais da terra neste exato momento em que você lê este blog. Continuam sendo discriminados, perseguidos e mesmo sofrem o martírio.

Aqui fica nosso testemunho de respeito, admiração e solidariedade para com esses verdadeiros cristãos, que vivem e propagam o cristianismo em condições difíceis ou mesmo miseráveis, mas nunca deixam cair no chão a bandeira de Cristo. Se um tomba ferido na luta, logo vem outro e ergue a bandeira da fé cristã e segue o trabalho missionário. Que Deus os abençoe lhes continue dando forças para alcançar a vitória final, que sabemos é nossa, daqueles que jogam no Time de Cristo.

Veja na próxima página como você pode agir a respeito!

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2 Respostas

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  2. O Ministério apostólico, propriamente dito, encerrou-se com o apóstolo Paulo (na minha convicção o escolhido pelo Espírito Santo, e não o Matias, escolhido por sorteio, apesar de terem orado e solicitado que Deus concordasse com aquela espécie de “par-ou-ímpar”, ou “loteria”. Eu creio que Deus não concordou!). Esse Ministério tinha por objetivo implantar, consolidar e confirmar o estabelecimento da Igreja e a sua expansão. Fazia parte desse Ministério, também, a organização da estrutura de liderança eclesiástica, auxiliando as novas igrejas na escolha de presbíteros e diáconos. Os presbíteros-presidentes (também chamados “bispos”) eram os pastores dessas igrejas. Não havia episcopado formado por bispos regionais ou diocesanos, com ingerência sobre as demais igrejas, como hoje existe, no catolicismo romano ou nos grupos episcopais protestantes. A figura de um bispo comandando vários pastores e igrejas, é inexistente no Novo Testamento e na História da Igreja, até o 3º e 4º Séculos. Nenhum apóstolo assumiu as funções de um bispo regional, nem jamais se colocou na posição de comandante geral ou regional. Mas quando a Igreja local enviava mensageiros em missões especiais, o termo utilizado para seus ofícios temporários era “apóstolos”, ou seja: ENVIADOS. Terminado o tempo de suas atividades especiais, terminava também a sua função, ficando suas atividades subordinadas à assembléia geral da igreja local onde fossem membros. Os missionários de hoje, devidamente reconhecidos, credenciados e enviados pelas igrejas ou por órgãos missionários (as Missões), são apóstolos sim, no verdadeiro sentido do termo, relativo à sua missão. E aqueles (e aquelas) que possuem de Deus esse chamado, não podem ser desprezados e nem negligenciados pelas igrejas locais! Afinal de contas, esses heróis e heroínas podem ir onde os demais membros das igrejas não podem! Devem, portanto, ser destacados em honra e devem ser sustentados no campo missionário, com o necessário para o desempenho de seu trabalho. Ao invés de gastar rios de dinheiro na construção de templos grandiosos e “catedrais”, as denominações deveriam investir em missões. A começar em seu bairro, em sua cidade, em seu Estado, em seu país. Há tanto o que fazer, tantos missionários perseguidos em países comunistas e islâmicos, tanta gente morrendo sem o pão da vida! Aqui mesmo, na Amazônia, nos beiradões do rio Negro, do rio Amazonas, do rio Purús, em aldeias indígenas, em seringais, em vilas e povoações, às margens de centenas de lagos, quanta coisa há por fazer! Dei parte da minha vida alegremente nessas atividades, mas agora estou envelhecendo! Onde estão os jovens crentes de hoje? Estão dispostos a encarar o desafio do campo missionário? Querem ser apóstolos de verdade (não esses tais “apóstolos” de meia tigela dos tempos modernos, que adoram viajar de primeira classe, comer nos melhores restaurantes, vestir os mais caros ternos, morar em mansões, possuir carros de luxo e comprar aviões para os seus ministérios milionários, passar férias nos Estados Unidos e esconderem dólares dentro de suas Bíblias, causando escândalo para o Evangelho!)? Quer ser um apóstolo neo-testamentário? Está disposto ao sacrifício voluntário, agradável a Deus, mas que pode te levar à morte e ao martírio? Ou quer ser “pregador das multidões”? Ou quer ser paparicado pela Mídia e participar do “Domingão do Faustão”? Pense bem: ser missionário, ou apóstolo enviado pela Igreja local em missões, não é brincadeira e nem aventura. É ministério, envolve chamado específico, exige determinação, consagração, entrega total, amor sacrificial sem limites e desapego aos bens materiais. Mas compensador e cheio de frutos, que renderão galardões superiores a todo o ouro do mundo!

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