Autoridades no Irã libertam pastor cristão após fiança

Oremos pela vida do pastor cristão Wilson Issavi

Oremos pela vida do pastor cristão Wilson Issavi

TEERÃ, Irã, 5 de Abril de 2010 (CDN) – Acusado de “converter muçulmanos”, o líder da igreja enfrenta julgamento – e ameaças de assassinato. Um pastor cristão assírio acusado pelo governo de “converter muçulmanos” foi libertado da prisão sob fiança, e aguarda o seu julgamento. O reverendo Wilson Issavi, de 65 anos, foi solto da prisão de Dastgard em Isfahan na última semana.
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Pastor iraniano é torturado e ameaçado por “converter muçulmanos”

ISFAHAN, 8 de março de 2010 (CDN) – Um pastor cristão acusado pelo governo iraniano de “converter muçulmanos” está preso, sob tortura e ameaças de execução. A polícia de segurança do estado prendeu o reverendo Wilson Issavi, de 65 anos, após o término de uma reunião na casa de um amigo em Isfahan, a 335 quilômetros ao sul de Teerã.
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Fathima Rifqa Bary e a Sharia ilegal praticada em Ohio nos Estados Unidos

OHIO, 27 de outubro de 2009 (ICC) – Como a imprensa está tratando do caso de Fathima Rifqa Bary? É curioso como a mídia dos Estados Unidos está divulgando a trágica história de Rifqa Bary. Ela é uma adolescente de 17 anos (foto) que fugiu da casa dos pais muçulmanos em Ohio para a Flórida, depois que se converteu para o cristianismo. Ela estava preocupada que os pais poderiam matá-la. A última vez que a notícia foi publicada na CNN, Rifqa foi chamada de “menina muçulmana” mesmo que o ponto fundamental desta história seja que ela tenha decidido livremente NÃO ser mais muçulmana.

Na lei islâmica (Sharia), o consenso entre seus adeptos é que um homem apóstata (que deixou de ser muçulmano) deve ser executado a menos que sofra de problemas mentais ou tenha sido convertido à força, por exemplo, devido ao perigo iminente de ser morto. Uma mulher apóstata pode ser executada, de acordo com as escolas de pensamento jurídico sunita islâmico Shafi’i, Maliki e Hanbali, ou presa até que ela decida se reconverter ao Islã. Uma minoria de juristas medievais islâmicos propõem que a apostasia não deve ter punição…as propostas dessa minoria não são aceitas amplamente entre a maioria dos juristas islâmicos.

Clique no link abaixo para ver e ler a entrevista de Rifqa Bary.
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