Implantação da lei muçulmana sharia: mais um pastor assassinado na Somália


NAIROBI, Kenya, 5 de maio (CDN) – Militantes muçulmanos mataram ontem outro líder da igreja clandestina na Somália, disseram fontes. Extremistas muçulmanos encontraram Yusuf Ali Nur, de 57 anos, depois de luta com grupo rival.

Antes de ele ser morto na terça feira, 4 de maio, em Xarardheere, cerca de 60 quilômetros de Jowhar, Yusuf Ali Nur, de 57 anos, estava na lista de pessoas que o grupo extremista muçulmano al Shabaab suspeitava de serem cristãs, como foi dito à CDN por fontes anônimas. O grupo muçulmano al Shabaab, suspeito de conexões com os terroristas muçulmanos da Al-Qaeda, jurou varrer o cristianismo da Somália.

Os militantes lutando com o Governo Federal de Transição (GFT) em Mogadishu estavam engajados em uma luta de duas horas com um grupo rebelde rival, o Ahlu Sunna Waljamer, que tomou controle da área de Xarardheere, antes de encontrarem Nur. Nur vivia em Xarardheere desde que deixou Jowhar em julho de 2009.

Testemunhas relataram que depois que a al Shabaab tomou controle da região, eles revistaram casa por casa em busca de inimigos até chegaram à casa alugada de Nur por volta das 10:30 da manhã. Fontes disseram que ao encontrar Nur, um dos militantes exclamou, “Ah! Esse é Yusuf, e estávamos procurando por ele,” antes de atirar nele à queima roupa.

Nur tem esposa, cujo nome não foi revelado por razões de segurança, e três crianças, de 11, 9 e 7 anos.

Essa última morte vem depois de várias execuções de somalis suspeitos de serem membros de um movimento religioso clandestino na Somália. Vários cristãos foram enforcados por militantes radicais buscando o fim do fraco governo somaliano atual e a introdução de uma versão estrita da sharia (lei islâmica).

A al Shabaab, que controla grande parte da Somália central, recentemente proibiu as estações de rádio de tocarem músicas e a toca de sinos durante o final das aulas “pois eles soavam como sinos de igreja.”

Nur, que trabalhou em uma fazendo em Jowhar, por muito tempo foi monitorado pela al Shabaab. Depois de se mudar para Xarardheere, ele virou o professor chefe da Escola Primária Ganane e também ensinava inglês. Os militantes da al Shabaab são contra o uso do inglês, preferindo o árabe, e mesmo depois de se mudar para Xarardheere, Nur percebeu que estava em perigo se os militantes o encontrassem, como relataram fontes.

Ganane é uma escola particular controlada por proprietários somalis ricos.

Em 2009, militantes muçulmanos na Somália perseguiram e mataram ao menos 15 cristãos, incluindo mulheres e crianças. Nesse ano em 1º de janeiro, militantes da al Shabaab assassinaram Mohammed Ahmed Ali, de 41 anos, após o cristão ter deixado sua casa em Hodan, nos subúrbios de Mogadishu.

Em 15 de março, rebeldes da al Shabaab assassinaram Madobe Abdi às 9:30 da manhã, na vila de Mahaday, a 50km norte de Jowhar. A morte de Abdi se distingue, pois ele não era um converso do islã. Sendo órfão, Abdi foi criado como cristão e portanto não pode se acusado de apostasia do islã. Foi morto contra a própria lei muçulmana sharia.

O grupo de advocacia International Christian Concern relatou que três membros do al Shabaab assassinaram o cristão somali Um’awiye Hilowle Ali em frente de sua casa em Afgoye em 23 de março, matando-o com tiros à queima roupa na sua cabeça e peito.

O governo de transição em Mogadishu, lutando para manter o controle do país, não trata os cristãos melhor que os muçulmanos radicais da al-Shabaab. Enquanto ele se proclama como um governo muçulmano moderado, o presidente Sheikh Sharif Sheik Ahmed adotou uma versão da sharia que ordena a pena de morte àqueles que deixam o islã.

Para entender melhor o que é a implantação da lei muçulmana sharia num país e buscar alguma exlplicação de como nossos irmãos se convertem para o Cristo mesmo enfrentando a morte:
Extremistas muçulmanos na Somália matam líder cristão e incendeiam casa
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2 Respostas

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